Acervo ❯ Coleções ❯ Coleção Boletins da Federação Circense
Coleção Boletins da Federação Circense
0003
0002
0001
0003
0002
0001
Apresentação
A coleção traz exclusivamente documentos textuais, ou seja, a digitalização de 26 números do Boletim da Federação Circense, órgão oficial da pioneira e mais antiga instituição classista das companhias de circo, a Federação Circense, fundada em 20 de março de 1925. A coleção conta com os primeiros 25 números do Boletim mensal (maio de 1925 a maio de 1927), além do número 43 (novembro de 1928). Suas reportagens eram de interesse da classe circense, dividindo seus temas entre os internos (movimento financeiro da instituição, localização dos circos, cobranças dos associados etc.) e externos (nascimentos, mortes e casamentos de membros de famílias circenses).
A coleção está atualmente:
- classificada;
- higienizada;
- acondicionada;
- parcialmente catalogada;
- digitalizada;
- pesquisa em andamento;
- disponível para consulta presencial a partir dos procedimentos internos do CMC
Descrição
A coleção dispõe de 26 números do Boletim da Federação Circense. Há digitalização de fotocópias e os originais guardados no acervo do CMC.
Histórico
A coleção foi mantida por décadas por Francisco Colman, ator, diretor, acrobata e dramaturgo – adaptou filmes e peças para o circo-teatro – que presidiu a Casa do Ator, fundada em 1937, localizada na Vila Olímpia, São Paulo, em rua que passou a ter o mesmo nome. A instituição abrigava atores aposentados e funcionou até o final da década de 1980, quando o prédio foi adquirido pela Faculdade Anhembi-Morumbi. No início dos anos 1990, Verônica Tamaoki, que cursava a Academia Piolin de Artes Circenses, e lá conheceu Colman – que viria a falecer em 1980 –, entrou em contato com o seu secretário e braço direito, sr. Waldemar. Foi quando soube da existência da coleção do Boletim da Federação Circense (1925-1928), encadernada e acondicionada em pasta de plástico, o que garantiu um estado razoável de conservação. A posse da coleção foi então transferida a ela que, em 2007, conseguiu fazer sua digitalização ao ser contemplada com o Prêmio Funarte Carequinha de Apoio ao Circo. Também obteve apoio do Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e da Associação de Famílias e Artistas Circenses (ASFACI).
A coleção foi restaurada, digitalizada e microfilmada. No ano seguinte, a coleção foi doada ao Centro de Memória do Circo. Verônica também desenvolveu pesquisa sobre a instituição, reconstituindo parte do seu histórico a partir da documentação remanescente.